Associação de Moradores da Seara (Valença) contesta o traçado do TGV e promete causar onda geral de indignação por todo o Distrito/Concelho.
A recém-criada Associação de Moradores da Seara apresenta como objecto social “… promover o desenvolvimento sociocultural das urbanizações da Seara e zonas envolventes e criar condições necessárias ao bem-estar dos residentes, bem como defender os seus interesses junto das diversas instituições”.
Os sócios estão preocupados e indignados com a passagem do projecto ferroviário de alta velocidade, vulgarmente designado por TGV, no Concelho de Valença. Acreditam que a população residente atingida pelo canal poderá vir a sofrer fortemente com os impactos paisagísticos deste traçado, uma vez que estas se aproximam excessivamente de zonas habitacionais, passam por áreas de grande exposição visual (Monte do Faro), tipo “varanda” sobre vários núcleos urbanos. Rejeitam este traçado, porque traz sérias implicações sobre a qualidade de vida da população, em particular dos núcleos urbanos afectados, associadas à residência de uma parte significativa de habitantes na proximidade (menos de 300 metros) deste eixo estruturante ferroviário, mas também com o facto de constituir uma aberração em termos de ordenamento do território. Traduz-se em mais um atravessamento de núcleos urbanos (adicionando à linha do Minho, Nacional 13 e Auto-estrada A3) e agravando as redes viárias municipais, bem como, não podendo deixar-se de enfatizar os diversos impactos sociais da localização física do traçado, determinando o afastamento de familiares e amigos, a sensação de abandono das populações, as maiores dificuldades no acesso a bens e serviços.
Os sócios não se conformam com o traçado deste projecto, nomeadamente porque até hoje ainda não foi cabalmente explicado pela RAVE as razões do referido estudo. Queremos explicações em relação ao traçado, que não conseguimos compreender.
A Associação tem uma estratégia delineada e que, de momento, estão apenas agendados encontros com entidades locais para estudar alternativas ao actual traçado de alta velocidade. Caso as reivindicações da população não sejam ouvidas, prometem causar onda geral de indignação por todo o Distrito/Concelho e poderão contestar judicialmente o traçado de alta velocidade projectado para o Concelho de Valença.
Agora, a associação quer angariar sócios e alertar a população para o impacto ambiental negativo, para as várias habitações e localidades em risco e qualidade de vida das povoações causando inúmeras interferências com as redes de infra-estruturas existentes.
A Associação defende a requalificação da linha ferroviária do Minho já existente e que com as devidas alterações poderia funcionar um Alfa Pendular que atingiria a mesma velocidade que o TGV. Valerá a pena dividir povoações ao meio, acabar com zonas agrícolas, sacrificar o trabalho da vida de tantas pessoas por alguns minutos a menos numa viagem entre Braga e Vigo? Será que esta diferença de tempo impede o desenvolvimento do Concelho? Para termos uma ideia do volume de investimento que implica o TGV, basta referir que um minuto de viagem de TGV custa o equivalente a um grande Hospital que poderia ser construído em Valença.
Nenhum interesse Nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destrói a “alma” das freguesias atingidas. Afectará a história, a cultura e a vida de gerações que, legaram ao presente um futuro, agora posto insensatamente em causa.
A recém-criada Associação de Moradores da Seara apresenta como objecto social “… promover o desenvolvimento sociocultural das urbanizações da Seara e zonas envolventes e criar condições necessárias ao bem-estar dos residentes, bem como defender os seus interesses junto das diversas instituições”.
Os sócios estão preocupados e indignados com a passagem do projecto ferroviário de alta velocidade, vulgarmente designado por TGV, no Concelho de Valença. Acreditam que a população residente atingida pelo canal poderá vir a sofrer fortemente com os impactos paisagísticos deste traçado, uma vez que estas se aproximam excessivamente de zonas habitacionais, passam por áreas de grande exposição visual (Monte do Faro), tipo “varanda” sobre vários núcleos urbanos. Rejeitam este traçado, porque traz sérias implicações sobre a qualidade de vida da população, em particular dos núcleos urbanos afectados, associadas à residência de uma parte significativa de habitantes na proximidade (menos de 300 metros) deste eixo estruturante ferroviário, mas também com o facto de constituir uma aberração em termos de ordenamento do território. Traduz-se em mais um atravessamento de núcleos urbanos (adicionando à linha do Minho, Nacional 13 e Auto-estrada A3) e agravando as redes viárias municipais, bem como, não podendo deixar-se de enfatizar os diversos impactos sociais da localização física do traçado, determinando o afastamento de familiares e amigos, a sensação de abandono das populações, as maiores dificuldades no acesso a bens e serviços.
Os sócios não se conformam com o traçado deste projecto, nomeadamente porque até hoje ainda não foi cabalmente explicado pela RAVE as razões do referido estudo. Queremos explicações em relação ao traçado, que não conseguimos compreender.
A Associação tem uma estratégia delineada e que, de momento, estão apenas agendados encontros com entidades locais para estudar alternativas ao actual traçado de alta velocidade. Caso as reivindicações da população não sejam ouvidas, prometem causar onda geral de indignação por todo o Distrito/Concelho e poderão contestar judicialmente o traçado de alta velocidade projectado para o Concelho de Valença.
Agora, a associação quer angariar sócios e alertar a população para o impacto ambiental negativo, para as várias habitações e localidades em risco e qualidade de vida das povoações causando inúmeras interferências com as redes de infra-estruturas existentes.
A Associação defende a requalificação da linha ferroviária do Minho já existente e que com as devidas alterações poderia funcionar um Alfa Pendular que atingiria a mesma velocidade que o TGV. Valerá a pena dividir povoações ao meio, acabar com zonas agrícolas, sacrificar o trabalho da vida de tantas pessoas por alguns minutos a menos numa viagem entre Braga e Vigo? Será que esta diferença de tempo impede o desenvolvimento do Concelho? Para termos uma ideia do volume de investimento que implica o TGV, basta referir que um minuto de viagem de TGV custa o equivalente a um grande Hospital que poderia ser construído em Valença.
Nenhum interesse Nacional legitima tamanha e cumulativa injustiça que destrói a “alma” das freguesias atingidas. Afectará a história, a cultura e a vida de gerações que, legaram ao presente um futuro, agora posto insensatamente em causa.
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